Nossa gentica no apresenta fortes mudanas h pelo menos A alimenta- o, por sua vez, tem mudado constantemente e alterado o nosso gasto energtico. No entanto, na ltima dcada, houve 21 um frenesi da mdia por informaes a respeito de pesquisas na rea de alimentao. A divulgao de estudos inacabados ou com resultados contraditrios tem ganhado a ateno da mdia, a qual os tornou cada vez mais disseminados, confundindo no s os consumidores como tambm os especialistas.
Hoje o que parece evidente, por exemplo, que o consu- mo de alguns alimentos como a margarina e a gordura hidro- genada, no deveria ter sido estimulado sem estudos que pu- dessem garantir, em longo prazo, a segurana do consumidor. Outro exemplo relacionado ingesto de ovos, que foi con- denada durante anos, e, atualmente, especialistas indicam o consumo moderado.
O caf j foi relacionado hipertenso; recentemente, no entanto, o seu consumo tem sido associado a pequenas alteraes na presso sangunea e no tem sido atribudo a esse produto um papel central no aparecimento da hipertenso AZEVEDO, As mudanas no padro diettico da populao, as ino- vaes na rea e a discusso sobre a qualidade de vida e a qualidade da alimentao cresceram fortemente nos ltimos anos, devido alta incidncia de problemas com a sade, tais como as doenas crnicas no transmissveis DCNT e que possuem grande associao com a alimentao.
Preocupaes com as decincias nutricionais e a fome tm dado espao para a discusso do consumo excessivo de certos nutrientes e calorias na dieta, alm dos problemas relativos contaminao qumica dos alimentos AZEVEDO, A modicao no padro alimentar complexa e constante. Envolve desde o processo de industrializao, as novidades na indstria de alimentos, o estudo dos hbitos e do ambiente para o consumo, a disponibilidade e o acesso ao alimento. Alguns autores sugerem ainda que, entre , a alta dos preos, devido crise mundial, teve uma repercusso direta na alimentao em diversos pases, afetando negativamente na quantidade e a qualidade da dieta Brinkman et al, O aumento do sobrepeso e da obesidade entre adultos e crianas tem despertado interesse por estratgias de preveno j que a o peso elevado primordial para o desen- volvimento de doenas crnicas e essas so responsveis, em grande medida, pela depreciao da qualidade de vida.
O problema simples de entender j que grande parte das DCNT tem uma maior ou menor relao com o consumo de ali- mentos e nutrientes, ou seja, a modicao de alguns alimentos da dieta poderia reduzir substancialmente as taxas de mortalida- de. Entretanto, a prtica desse conceito de alta complexidade. O papel da dieta na preveno e controle das DCNT tem sido bem estabelecido, baseado em estudos epidemiolgicos durante pelo menos duas dcadas.
A base inicial para essas pesquisas foi a dieta do mediterrneo, que se refere tradicionalmente s re- gies de Creta, a outras partes da Grcia, Espanha e ao sul da Itlia. Essa dieta tradicional composta por alta ingesto de fru- tas, vegetais, cereais, nozes, peixes, feijes, pouca quantidade de carne vermelha, moderado consumo de lcool e, nesse sentido, o destaque dado ao consumo de vinho tinto , sendo o leo de oliva a sua principal fonte de gordura. O estilo de dieta do mediterrneo foi incorporado em muitas das recomendaes nutricionais, seu estudo iniciou em torno de Na dcada de o departamento de Sade Pblica da Havard University cria a pirmide alimentar no modelo da dieta do mediterrneo para que fosse adotada por diversas naciona- lidades, inclusive e principalmente, pelos americanos, que j apresentavam problemas de sade relacionados com a qualida- de da dieta alimentar RUMAWAS et al, Embora a discusso sobre esse modelo de dieta tenha se originado h anos, somente no m da ltima dcada os resul- tados das pesquisas epidemiolgicas foram conrmados.
H um consenso em que esse padro de dieta benco para a 23 preveno das DCNT, desde que associado a um estilo de vida ativo e equilibrado. Essa combinao de alimentos fornece uma dieta com bai- xa gordura saturada; por outro lado, oferece grande varieda- de de compostos bioativos com caractersticas antioxidantes e antinamatrias.
Alguns estudos sugerem que esse modelo de dieta tem um efeito protetor quanto ao ganho excessivo de peso e ao desenvolvimento de diabetes tipo 2. Quando correlaciona-se esse padro diettico ao estilo de vida, observa-se uma baixa ocorrncia de doenas coronarianas e de cncer associadas alta expectativa de vida, ou seja, a modicao dos padres e hbitos alimentares representam uma estratgia eciente para a preveno de doenas e promoo da qualidade de vida BALDINI et al, H indcios ainda da relao dessa dieta com estudos epi- demiolgicos realizados durante as duas ltimas dcadas, em que o consumo de peixe, rico em mega 3, protege contra o desenvolvimento de cncer, especialmente o de mama.
Embora esses resultados indiquem uma associao positi- va entre a alimentao e a qualidade de vida, h estudos que ressaltam a importncia da educao nutricional e do incen- tivo a um estilo de vida mais equilibrado. Em estudo realizado com universitrios das reas do me- diterrneo Len, na Espanha e Bologna, na Itlia , e que tradicionalmente consomem os alimentos referidos na dieta, indicou que a nova gerao tem consumido muito mais gor- dura e menos vegetais do que o recomendado.
Alm da alta incidncia de sobrepeso, h resultados associados a outros es- 24 tudos que atribuem esses resultados ao fato dos estudantes viverem longe de casa BALDINI et al, Esses fatores contribuem para uma avaliao da qualida- de de vida insatisfatria, indicando necessidade de interveno, principalmente nessas reas MACIEL, Em outro estudo realizado na Espanha analisou-se a in- uncia da alimentao na percepo do estado de sade.
Os resultados indicam que aqueles que consumiam alimentos presentes na dieta do mediterrneo apresentavam uma me- lhor percepo de sade mental e fsica MUNOZ et al, Concluso Estratgias de interveno alimentar na linha da dieta me- diterrnea podem reduzir o risco de morbidade, mortalida- de prematura e melhorar a qualidade de vida de pessoas em todo o mundo, tendo em vista que os alimentos consumidos na referida dieta so disponveis em diversos pases.
A melhor compreenso dos componentes da qualidade de vida atingiu seu pice na ltima dcada. Ainda necessrio, no entanto, criar condies de reverter o quadro das DCNT, pro- por e garantir que sejam executadas as aes de interveno. Esse trabalho envolve diversos atores sociais, desde os rgos de scalizao para acompanhar a mdia e as propagandas de ali- mentos, o governo para proporcionar estrutura adequada para a prtica de hbitos de vida mais saudveis e um comrcio justo em relao aos alimentos.
Alm disso, cabe aos especialistas pes- quisar, divulgar, propor estratgias e incentivar a comunidade nas prticas de vida mais adequadas sade. Nesse sentido, a UNESP contempla os anseios do pblico-alvo num ambiente diversicado culturalmente, como o ambiente universitrio, num trabalho interdiscipli- nar possibilitando novas formas de relacionamento estimula- das nos grupos de alunos das diferentes UNATIs em direo ao fortalecimento de uma viso positiva do processo de enve- lhecimento humano.
Sob essa perspectiva, o envelhecimento humano representaria apenas uma mudana ou simples passagem de uma fase para ou- tra fase da vida. A anlise do processo de envelhecimento humano deveria considerar o estudo de diferentes variveis presentes na vida dos indivduos, tais como: fatores familia- res, sociais, econmicos, pessoais e, principalmente, fatores fsicos e biolgicos.
Esse olhar mais cauteloso para o estudo do envelhecimen- to humano poderia possibilitar a compreenso em como o idoso, a famlia e o prprio meio social concebem o processo de envelhecimento e as respectivas mudanas nesse pero- do da vida. Diante desse aspecto, necessrio no apenas entender o envelhecimento sob a perspectiva biolgica, mas principalmente social, legal, cultural entre outras, entender como um ciclo complexo que engloba desde a aceitao das pequenas mudanas por parte dos indivduos at as mudan- as mais complexas presentes no meio sociocultural.
A aceitao do envelhecimento humano no uma das tarefas mais fceis, uma vez que os indivduos esto predis- postos a acreditar que s os outros envelhecem e que eles permanecero eternamente jovens ou maduros, mais expe- rientes, mas O culto ao novo, ao atual e ao moderno transformou o pro- cesso de envelhecimento em um martrio levando, muitas ve- zes, a uma excluso social causando temor s pessoas que en- velhecem.
Esse suposto martrio percebido aos primeiros sinais da passagem do tempo. Nessa perspectiva, importante compreender o envelhecimento como um processo que ocorre naturalmente com os indivduos ao longo de suas vidas, no sendo um fenmeno que ocorre rpida e isoladamente. Para que essa nova viso de envelhecimento se modi- que, importante que o idoso abandone os rtulos que a 29 sociedade o atribuiu. Ele deve buscar novas experincias e novas alternativas de vida, seja participando de grupos de terceira idade, de roda de amigos, de atividades programa- das para orient-los a vivenciar essa etapa da vida de forma prazerosa e, na maioria das vezes, preparando para a aposen- tadoria.
Alm disso, as mudanas introduzidas em suas vidas podero contribuir no s para a ampliao dos seus horizon- tes, como tambm apresentar melhorias nos quadros fsico, emocional e intelectual, possibilitando um envelhecimento humano com qualidade de vida. Atualmente, o Brasil comea a ser visto como um pas de cabelos brancos, ou seja, em o pas ter 16 vezes mais idosos do que em Assim, a sociedade deve rever suas aes no sentido de desmiticar o papel do idoso na socieda- de contempornea e criar polticas pblicas para atender esse crescente grupo de pessoas.
Nesse cenrio, a vida do brasileiro aumentou em 5,57 anos, sendo a expec- tativa de vida atualmente de 72,57 anos de idade. A inverso da pirmide etria brasileira, o envelhecimen- to humano acelerado, o aumento signicativo da expectativa 30 de vida das pessoas idosas, a reduo da taxa de natalidade, as conquistas tecnolgicas e cientcas, os avanos da medicina, as mudanas no contexto scio-poltico-econmico levam a diferentes dilemas e desaos.
Faz-se necessrio entender as caractersticas de uma re- alidade em que o Estado mnimo a ao social se coloca como responsabilidade. Cabe Universidade constituir locais de excelncia de atuao multidisciplinar para a aplicao do conhecimento da extenso universitria, da pesquisa e do ensino com especial nfase nas aes da Universidade Aberta Terceira Idade. Nesse sentido, a extenso universitria a ponte que possibilita a construo de conhecimento e de pr- ticas universitrias socialmente responsveis.
O idoso s ser visto diferentemente com a transformao da sociedade e essa transformao fazemos com aes con- cretas desmiticando mitos e tabus acerca do envelhecimen- to humano. Como vivenciar essa nova realidade? Algumas respostas esto pautadas nas aes para um envelhecimento saudvel e com qualidade de vida, em novas prticas sociais, em aes empreendedoras. Conforme aponta Pimentel , p. A terceira idade o momento de melhor avaliao crtica da vida em virtude das experincias acumuladas.
Assim, a Universidade realiza a sua responsabilidade social median- te diferentes aes da Universidade Aberta Terceira Idade UNATI e nesse espao que os idosos podem criar, inven- tar, reinventar diferentes prticas sociais. O projeto comeou a ser discutido a partir da implantao do Projeto Snior, em , com obje- tivo de possibilitar s pessoas que esto envelhecendo acesso Universidade Pblica na execuo de sua responsabilidade so- cial usufruindo o espao educacional e cultural para a ampliao de conhecimentos, alm de possibilitar a educao continuada, proporcionando a convivncia social e a troca de experincias de vida entre os participantes das UNATIs, dos alunos de Gradu- ao e de Ps-Graduao dos diferentes cursos e programas da Unidades Universitrias da UNESP, dos docentes e dos tcnico- administrativos da Universidade.
No ano de , aproximadamente 5. Quadro 1. As UNATIs atendem alunos de ambos os gneros, com independncia em locomoo at os locais das atividades e com idade de 55 anos ou mais. As atividades das UNATIs envolvem a educao continuada atravs de palestras, aes culturais, esportivas, motivadoras; cursos temticos com ob- jetivo de estimular a atualizao do conhecimento, a troca de experincias, volta ao convvio social e ao pleno exerccio da cidadania, estimulando e capacitando os alunos s atividades socialmente produtivas, como tambm frequncia, na con- dio de aluno especial, em diferentes disciplinas dos cursos de graduao da UNESP, conforme disponibilidade e concor- dncia do docente responsvel pela disciplina.
Alguns cursos desenvolvidos nas UNATIs so campos de estgio curricular supervisionado para alunos dos diferentes cursos de gradua- o da Universidade. Grande parte das pesquisas desenvolvi- das objetiva conhecer as mudanas ocorridas no interior na UNESP junto aos alunos das UNATIs, aos alunos dos cursos de graduao, de ps-graduao e ao corpo tcnico-adminis- trativo.
Este projeto tem proporcionado universidade uma nova maneira de conviver e entender as questes relaciona- das ao envelhecimento humano.
A Extenso Universitria deve ser entendida de modo a consolidar uma poltica interna que se concentre em aes voltadas para a indissociabilidade entre Ensino, Pesquisa e Extenso Universitria, pois em prol da formao acadmi- ca pautada nesses alicerces que a UNESP, sem dvida, vem mantendo a qualidade de seus Cursos de Graduao e Pro- gramas de Ps-Graduao.
Alm disso, o projeto possibilitou aes inter- geracionais aproximando idosos aos alunos de graduao e de ps-graduao, como de outras faixas etrias a partir da realizao de projetos de extenso universitria e de pesqui- sas nessa rea do conhecimento.
Outro aspecto encontrado em pesquisa realizada junto aos alunos da UNATI por Paiva e Del-Masso revelou que esse prprio grupo de idosos em contato constante em dife- rentes atividades ressignicam o processo de envelhecimen- to, atribuindo um novo olhar para esse momento da vida.
Dessa maneira observamos que a insero da UNATI no contexto da UNESP possibilita o desenvolvimento de pesqui- sas, aes extensionistas, entre outras atividades que buscam entender a complexidade envolvida no processo de envelhe- cimento humano.
Nesse cenrio possvel reconhecer as necessidades e ex- pectativas dos idosos em relao s aes oferecidas pela uni- versidade. Com essas aes, a universidade possibilita a participao e integrao dos ido- sos no meio acadmico respondendo a sua responsabilidade neste sculo XXI, socializando saberes e produzindo novos conhecimentos e prticas interdisciplinares inovadoras.
O climatrio refere-se a uma fase de transio que pe m fase reprodutiva e inicia a fase no-reprodutiva da vida da mulher. A menopausa, ces- sao denitiva da menstruao, um evento que ocorre dentro da fase do climatrio.
Os sintomas climatricos ocorrem em consequncia da al- terao hormonal nessa fase, onde h uma diminuio na produo dos hormnios femininos. Entre as alteraes sio- lgicas observadas destacam-se ondas de calor, suores notur- nos, atroa urogenital, juntamente com o aparecimento de 38 patologias como cnceres, distrbios do sono, osteoporose e doenas cardiovasculares.
A vivncia dessas mudanas pode ser inuenciada por fa- tores tais como crenas preexistentes, nvel social e tambm cultural. Alm disso, as mulheres que tiveram diculdades em lidar com os sintomas pr-menstruais tambm teriam que enfrentar os sintomas durante a menopausa, sugerindo que o estado siolgico e psicolgico prvios da mulher seriam importantes preditores de interpretao e vivncia da meno- pausa ABRAHAM et al.
O climatrio ocorre na fase da vida em que as mulheres esto experimentando mudanas em seu papel social, suas responsabilidades, relacionamentos e crescimento dos lhos.
Tais mudanas podem criar um considervel estresse para boa parte delas, afetando sua identidade, auto-estima e relaciona- mentos tanto familiares quanto sociais. Para outras, ela pode marcar o comeo de novos e plenos relacionamentos e de novos desaos em direo ao crescimento afetivo e maturi- dade. As pesquisas relacionadas ao climatrio h muito tempo sofreram com a falta de um instrumento padro para medir a gama de sintomas mais comumente experimentado pelas mulheres nessa poca de suas vidas.
Na ausncia de um ins- trumento padro, os pesquisadores tm buscado elaborar as suas prprias ferramentas. Estas consistem geralmente em uma lista de sintomas, avaliados subjetivamente, apontando apenas a presena ou ausncia dos mesmos, no estabelecen- do uma relao direta com a QV.
Surgiu assim a necessidade de instrumentos que conse- guissem identicar tanto sintomas do climatrio como o seu impacto na qualidade de vida. Em Hunter desenvolveu o Womens Health Questio- nnaire WHS um instrumento para avaliar a sade da mu- lher de meia-idade, que visa analisar mudanas fsicas e no bem estar decorrentes do perodo do climatrio, bem como das alteraes associadas idade.
Mas a sua adaptao para a populao brasileira idioma e cultura ocorreu 10 anos mais tarde, quando Dias et al. O QSM em sua concepo, busca avaliar o perodo da peri- menopausa, sem preocupao quanto fase do climatrio, j que esta varia entre as mulheres.
Seus itens foram escolhidos com o cuidado de no enfatizarem os sintomas negativos, sendo inclusive chamado de Questionrio de Sade Geral da Mulher, no incluindo menopausa em seu nome.
Alternativamente tm sido utilizadas escalas padronizadas j existentes, ou instrumentos de avaliao da QV projetados para outras populaes, como o Whoqol, Whoqol-bref e o Short Form Health Survey SF , instrumentos que avaliam princi- palmente a inuncia de patologias e comorbidades na QV, de maneira no especca. Usualmente os pesquisadores tm com- parado as respostas obtidas em questionrios gerais de QV com questionrios especcos para a menopausa, a m de identicar tanto sintomas do climatrio como a QV em si.
Isso nos mostra que a avaliao da QV relacionada sade da mulher de meia-idade se torna mais difcil por envolver muitos fatores como as alteraes siolgicas do envelheci- mento, as alteraes decorrentes das mudanas hormonais, a utilizao de TRH, seja de forma sinttica ou toterpica, bem como a prtica regular de exerccios. Entretanto a menopausa pode ser fator determinante na percepo subjetiva da QV, como mostra os resultados da pes- quisa de Peres onde as mulheres na ps-menopausa apresentavam pior QV quando comparadas com mulheres de mesma idade, porm que ainda no atingiram a menopausa.
Greene, em , props a construo de uma escala bre- ve e padro para o climatrio, com medidas baseadas em cri- trios objetivos e princpios cientcos de sintomas climatri- cos, embasada na anlise de estudos anteriores. Os sintomas avaliados por essa escala podem ocorrer a qualquer momento durante o climatrio, no so necessariamente limitados ao tempo da menopausa e podem ter diversas etiologias.
De- pendendo da nalidade da pesquisa e as questes investiga- 41 das, esta escala pode ser complementada por outras medidas de avaliao caractersticas de mulheres no climatrio.
At o presente momento no existe uma verso em portugus da The Greene Climateric Scale, para que possa ser utilizada na populao brasileira. No ano de foi concluda a traduo, validao e adap- tao cultural da Escala de Cervantes, criada na Espanha, um instrumento capaz de avaliar a QV relacionada sade da mulher durante o climatrio.
Esse questionrio mostra-se adequado tambm para avaliar efeitos de outras dimenses que no sejam alteraes decorrentes do climatrio.
A verso em portugus dessa escala de fcil aplicabilidade e com- preenso. Suas propriedades psicomtricas so satisfatrias, sendo assim, promete ser uma ferramenta completa para a avaliao da QV relacionada sade da mulher durante o climatrio LIMA, A presena da prtica regular de atividades fsicas pode melhorar a QV relacionada menopausa, ainda que indiretamente, por meio dos efeitos da atividade fsica sobre a auto-estima e sintomas caractersticos dessa fase.
Na pesquisa transversal de De Lorezi et al. Alm disso, os mesmos autores encontraram em seus resultados que a histria de co- morbidades prvias foi um fator que inuenciou negativa- mente a percepo da QV nessa fase. Mesmo com uma evoluo dos instrumentos de avaliao da QV em mulheres climatricas no Brasil com o passar dos anos, atualmente no contamos com uma ferramenta consi- derada ecaz, que tenha a sensibilidade de envolver tantos os sintomas climatricos como a sua inuncia sobre a QV nessa fase da vida da mulher.
Essa tarefa torna-se difcil devido aos diversos fatores que podem afetar a QV de mulheres na ps-menopausa. Diante 42 da inexistncia de uma ferramenta completa e ecaz a me- lhor maneira de avaliar a inuncia dos sintomas climatricos na QV de mulheres na meia-idade, observa-se a tendncia de buscar o instrumento que mais se aproxime s caractersticas da populao avaliada, e usar a comparao com instrumen- tos gerais de QV para obter uma avaliao mais completa.
AVIS, N. DIAS, R. ET AL. LIMA, J. O grupo das doenas crnicas compreende majoritariamen- te doenas cardiovasculares, diabetes, cncer e doenas res- piratrias crnicas. Muitas doenas deste grupo tm fatores de risco comuns, e demandam por assistncia continuada de servios e nus progressivo, na razo direta do envelhe- cimento dos indivduos e da populao Achutti et al, As doenas crnicas afetam pessoas de todas as faixas etrias e podem acarretar efeitos danosos, alm de complicaes e prejuzos multidimensionais na vida do paciente prejudican- do sua qualidade de vida e podem tambm trazer implicaes econmicas no seu controle e tratamento Aguiar, A 46 avaliao dos efeitos das doenas crnicas sobre a vida das pessoas de grande importncia em termos de sade pblica, tendo como referncia a utilizao de instrumentos de avalia- o da qualidade de vida, que tem como vantagem a incluso de aspectos subjetivos, geralmente no abordados por outros critrios de avaliao Santos et al, Em a Organizao Mundial da Sade OMS deniu a Qualidade de Vida QV como a percepo do individuo de sua posio na vida, no contexto da cultura e sistema de valores nos quais vive e em relao aos seus objetivos, expec- tativas, padres e preocupaes.
Evoluo histrica das pesquisas em qualidade de vida De acordo com Ciconelli et al desde a dcada de o nmero de pesquisas com o objetivo de avaliar a per- cepo da doena e seu respectivo tratamento vm crescendo. O nmero crescente de artigos nessa rea tem demonstrado o interesse pela Qualidade de Vida nas duas ltimas dcadas.
Inicialmente na dcada de , os pesquisadores se concen- traram na construo e no desenvolvimento de instrumentos que buscavam quanticar a QV. Entretanto com a elaborao do Quality of Well Being Scale QWB , em , as funes dos instrumentos de avaliao foram ampliadas, incorporando jul- gamentos de valor na avaliao do status de sade ou nos re- sultados do tratamento Patrick et al, A verso em portugus foi realizada por Fleck e col Fleck, Podem ser divididos em genricos e especcos, sendo os genricos multidimensio- nais, possibilitando a mensurao de diversos aspectos como ca- pacidade funcional, aspectos fsicos, dor, estado geral de sade, vitalidade, aspectos sociais, emocionais e sade mental.
Geral- mente so aplicados em vrios tipos de doenas, intervenes mdicas, tratamentos e em culturas e lugares diferentes Aguiar et al, Os instrumentos especcos, em geral, avaliam di- versos aspectos quanto a percepo geral da qualidade de vida, entretanto sua nfase sobre os sintomas, incapacidades ou li- mitaes Leal, ; Aguiar et al, Mtodo Foi realizada pesquisa nas bases de dados Medline, Lilacs, alm do Pub Med e Scielo, no perodo de a com as palavras- chave: life quality and chronic disease and instrument.
Ao trmino do levantamento foram selecionados 57 artigos por meio da leitura na ntegra do resumo, e posterior- mente, excludos aqueles que no utilizavam instrumentos de avaliao da qualidade de vida ou que tratavam de patologias 48 crnicas transmissveis ou neoplasias malignas. Foram selecio- nados na segunda fase 31 artigos que avaliavam por meio de diferentes instrumentos especcos ou genricos a qualidade de vida de indivduos de diversas faixas etrias e nacionali- dades, com as seguintes doenas crnicas: diabetes, doenas respiratrias, doenas renais crnicas, doenas do trato gas- trointestinal, neurolgicas, cardiovasculares e dermatolgicas.
Todos foram traduzidos e validados no Brasil. O ins- trumento de avaliao genrico mais utilizado nos artigos pes- quisados foi o SF, sua utilizao ocorreu para a avaliao da qualidade de vida nas seguintes patologias: doena pulmonar obstrutiva crnica, hipertenso arterial, hemolia, doena renal crnica e rinosinusite crnica. Este instrumento apresenta oito domnios: capacidade funcional, aspectos fsicos, emocional, sade mental, aspectos sociais, dor e percepo geral de sade, seu escore varia de 0 a pontos Ciconelli et al, O WHOQOL foi utilizado para avaliar dor crnica, o instrumen- to consiste em cem perguntas referentes a seis domnios: fsico, psicolgico, nvel de independncia, relaes sociais, meio am- biente e espiritualidade, religiosidade e crenas pessoais Fleck, Para avaliao do impacto sobre a qualidade de vida de pacientes portadores de doenas respiratrias crnicas foram identicados: o Saint Georges Respiratory Questionnaire in Man- darim Chinese SGRQ Xu at al Hofer e colaboradores usaram o German Mac New Disease Questionnaire para reabilitao e tratamento de pacientes com doenas cardio- vasculares tais como: infarto, angina e arritmias.
So patologias de siste- mas complexos e vitais, que tm particularidades e devem ser aprofundadas pelos pesquisadores, com a nalidade de melhorar a qualidade de vida das pessoas afetadas. Foi iden- ticada, de maneira geral, nos artigos analisados a maior utilizao de instrumentos de qualidade de vida especcos para alguns tipos de doenas crnicas, caracterizando uma necessidade dos autores em se aprofundarem cada vez mais em determinadas patologias a m de tentarem amenizar os danos causados pela cronicidade que reetem diretamente na vida dos doentes crnicos.
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Brent y H. Anejfiii cartons, comedies, oestes. Astaire y Ginger Rogers. Procloo do y oM Lune a mayors 50 eta. P" csiturnbr.. UILA Is eta. Claudette Colbert. F-sus I Zaalm y Gow. U A;Ias 5. A too 4. CM5L Canclones. Soler Demise lag 3. Lunota mayorva 50 cts. Niflos 23 elm. Lunoti mayors 30 eta. Ilan- clonal. Balconv 30 eta. Almand- pu6s.
Nifion 40 cts. Terc:ar real 23 cts. Luneta may Dead. Lunate mayo, fine Almoskd T. I inundii. A lam 4. Neptunit Me. TeI L Balcony SO. CM1gr U. Idi- vid. Lanett 30 y Sal on technicolor. RHC Tomakan. CMSC Varledades. Niflom eta. Nif ON 20 eta. CCr waticlaxi y romentarins. Ar-tos de quince dias; hAbiles. El texto ci Ill tat. Fstog representatives misma, es el siguiente: Articulo XUL La notificaci6n a apartakdos del decrtto de 20 de ;erink designalicks libremente Par!
Se cres. Porras Pita, tiene par b eto beneficiary all fall 7- neral de los Registros y del Notarla- tre otros, el camblo de Is Contaduria -Oriente. Mayo de , cuyss dispoisiciones g ley director del hospital, reuni6 a todas a I de Teligrafos pars unk local situado fueTon deraigadas y slastituldas poste- laremente par la Asociactim Nacio W enfermeras y at cuerpo facultablic.
Si of Notarick Moro- en el pasillo central de Is plants ba- riormente, par to cual se conisIdera nal de -osecheros de Tabacia de tivo, pars dar asf mayor luelmiento dos.
El fondo que por StA cuots, dentria del tdrniino a que se ace mis c6ntrica pesto que en el cat par lg'URI, pro- Un a'contecim iento: controke el articulta XII, seri suspend ionesde reference. Notario que Ili- que el Notarin excedente re- Indus par vI il iblico.
Notarial dentro ingT e nt6 X. ITrece dittintas! Entre aquella se 4 C Con ]its dorinclon ps' e. Los ,do cit ]a Aaministracim de Correcis, creto Presidencial numero , de formularin Sus gastas de personal, Parras Pita; Is doctors Juana Morales dos son' de cauden par concept lie rflt:t 0 que ]as abone. Cole I C rapidez aeUldo que pars ello se ha- pin mes y afio, los cuales quedarilo y6ndolcs par ATteg.
TRM- Devolviendo las palabras del docndente it dos pe os, moneda ofl- 'Interior. Vallierck comprendido ell ]as benefi- true is cuota 0 cuotas. ImPiclio Is acuinul.
Articulo XV. Ell ei ca3o de Nota- refericlos sacoz. Industries ermine,. Apartado Segundo'. Lata de Glass Way, 0. J-,- d, despi habri y Zatica, el doctor Cervan Notarial: Y ]a enalenacl6n se wrl.
Una vez rec! Is Standard Frui u en manifesto party, par un valor de mil pesos, cont. En In scsl6n it qua ontMoiada asamblea de muestras pars no concern nods sabre to sucedido.
H es realizadu Agreg6 que el edificlo es de Is Com- lag mereancias que no estaban age- Le envitamos a ver las modernas reltere el articulo anterior se nom- Informar do lag gestion -hnrla on, lit que so coinunIcarA at Decal, brRri on Pdreritt, el que sotamente par lag instittIciones magisteriales Pafils Atar i, S. Desde 10 c. El labor on bent-f1clo cle In ensefianza T e. Ili y el PreAldellLe rie lit ficilis Ila[.
Ell lit ArsitIll gir inaustio sm peicibir numentos ell sun Min quo cuundo acurro! Nolarlo Pablico, Inrilinille, val K-all. Lot resoluri6r, out El president del Colegio do Maes' C -npany, arrendataria do Ins naves AfIrm6 ue las llamas destruyeron con un minimo desembolso!
Ripidamente so dirigi6 it log yeso blanco de denulgoght coniunista, afirmlir quo MUellea y a all Ilegacia observe que dlez mil sacos do marina de soya; dos still drlVcho tit tirgul. Para ante Ili Fiala """'Ation quedaban sclutraclos do 'us t-I Incendick habla comenzado Pair de- ml colors enters y a lists. Asegur6 quo on too La recaudact6n de In Adusrks de rlilit Notwi.
Y qLIC par to tlinto no puede despla. Lax llannas-dijo--prilniamente selPeS AiLivulo, Vill Yl lutito Lie lii ruo. Ili y 0 dri niticul" 11 lie IL pl,. Ilulut-l'" tie "I r it. Pickadfllo Criollo 60 lei h'h. Piense en el tono, I it iikill. Las notifictijo- ell c6,no podrii cobrarlo. Prr Ldenir if, in hwla it- Io cit. SI existiendo va- Ha. I or in 1, diente par uno solo de ello. Madeira , Lisboa Portugal pur arb trarleds"I.
W Telffents M Zamlento, con Ia m6s alta clcmificac! Igntander, solicit6 de sus palsa- haber despegado del mieropuerto de son pars, Ins b arias espanoles un de Iona, unis cuantas bores desputiz de y capacidad para pasajeros nos de Cuba, cuya came visit has- qua at Ireneral Irranco Ileg6 an un Miami A bordo Be encontraban el motive tie especial satisfaccl6n, topiloto Hugh Miller hi o.
Pedro Bol Carl politicos extranJerns nes Visits drdl. Infanta esquina Las autorldides policiscas, Cue alin Miller rehu36 dar plenps detalles do Esllafia. Buena as advert1r, sin Alga me toc6 -para suerte mfa-. Be encuentrin investigindo el ate. Como Superficie metros. Su ya to sabe at lector -porque as un bombaz forman pqU de un Plan to- A. Fula, mi buen amigo Juan Joaqu! Julio 12 Agosto 26 El resultado de Ion elecclones Invun origin y una tfadic16n qua no ad- 5 nicipales Inglealls. Y P6- E spaha R establecieron M uy sostenidas Octubre 11 Noviternbre 2 boristas han perdido an favor de Ion rez Bustarnante, an el trance siern- Las pro'ximas salidas de La Habana con nfwl- 4 ,omervadore.
S-0 Apld 3, h. Septiembre 12 tamente. Ia indepondenCiR de Is, Inmimrn claro clelo del tr6pico Uorente las sociedades an6nintas riia. I rpipto. AP - Se acen- blics, de Irlands.. Asocladdcon Mazina Co. Inteiranickicana raso esna. El opfloso ya esti agul. Suntuosos festejoscon m ottivo de des an6nimas espatiolits. Balsa de Me rid. Multiple Regression in Behavioral Research 3rd ed. Orlando, FL: Har-court Brace.
Educatio Siglo XXI, 31 2 , Aula Abierta, 47 2 , Revista Comunicar, XXI. Revelo, J. Profe- sorado. Esta respuesta posee un objetivo concreto y significativo a una experiencia sensorial, lo cual implica un reto y un nuevo aprendizaje, clave en cada comportamiento social. Cuando las sensaciones dadas por los diferentes sistemas fluyen organizadas e integradas, el cerebro las utiliza para crear percepciones, comportamientos y aprendizajes Ayres, Desde la base se van estableciendo en orden ascendente diferentes fa- ses.
Los diferentes abordajes de la infancia y centralmente del juego tienen su momento en la obra de Piaget Los abordajes de Freud y Winnicott destacados por Luzzi y Bardi van en otro sentido.
Para Winnicott , el juego se vincula al desarrollo. Por lo tanto, el estudio mencionado Paolicchi, et. Los juegos de ocultamiento incluyen aparecer, desaparecer, ocultarse y mostrarse. Perder y encontrar la presencia del otro o de objetos. Siendo necesario un perseguidor, un refu- gio, el cuerpo del adulto, que se abre para recibir y se cierra para proteger, y un perseguido. No se trata de etapas sucesivas, ni excluyentes.
Sino que son actividades que se van trasformando y complejizando a lo largo de la vida. Dado que la actividad motriz desplegada durante los mismos es necesaria para ensayar, armar, desarmar y crear espacios dentro del espacio Calmels, De acuerdo a esta diferencia de sentidos, intervenir tempranamente, guarda un sentido desde lo preventivo.
En el mismo confluyen la Desde un punto investigativo, se trata de un estudio descriptivo, no experi- mental y transversal, estableciendo interpretaciones cuantitativas y cualita- tivas de los resultados obtenidos. El sistema nervioso. Barcelona: TEA. Belda, J. C, Trapero, Ma. Brizuela, M.
La diversidad como valor. Electronic Journal of Research in Educational Psychology, 8 21 , DOI: Calmels, D. Buenos Aires: Biblos. Coriat, H. Escritos de la infancia, 5 8 , Enriz, N. ISSN X. Erikson, E. Infancia y sociedad. Fiondella, A. Grenier, M. Barbagallo Landen, P.
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Castro, L. Editorial Universidad del Norte. Barranquilla, Colombia. Chamorro, A. Universidad de la Salle. Molina, E. Nossa, B. Torres, R. Zuluaga, O. Editorial Universidad de Antioquia. Siglo del Hombre Editores. De tal forma que el aprendizaje del alumnado universita- rio mejora el servicio prestado en un contexto real y viceversa. Es decir, el servicio da sentido a su aprendizaje. El aprendizaje-servicio De tal forma que, el alumnado ha tenido una asignatura de referencia y una profesora-tutora que ha seguido su trabajo y le ha ayudado a reflexionar sobre su experiencia.
Asimismo, el alumnado del Institu- to se encontraba agrupado en 6 clases de referencia. Este cuestionario constaba de un blo- que de cuatro preguntas sobre elecciones y rechazos tanto para el trabajo Figura 1. En este sentido, se pueden identificar no solo las relaciones sociales existentes, sino observar ciertas dificultades individuales a la hora de comprender y entablar relaciones sociales equilibradas y sanas.
Fuente: adaptado de Lorenzo-Llamas, Pudiendo ser una catarsis o percibido gradualmente como un lento despertar. Con el ApS fue posible reconocer las ideas preconcebi- das, creencias y valores.
Asimismo, esta toma de conciencia hizo posible que se pudieran cuestionar. Valladolid: Grafolid. Bruster, B. Reflective Practice, 14 2 , Mejora de la convivencia y clima social de los centros.
Madrid: Narcea S. Dewey, J. Experience and Education. London: Macmillan. Madrid: Biblioteca Nueva, Elliot, J. Action research for educational change. Freire, P. Efectos de un programa de Aprendizaje-Servicio en el alumnado universitario.
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New York, NY: Springer. Existen distintos investigadores que han trabajado las emociones, desde el ambiente educativo institucional, hasta la convivencia familiar.
En caso de excluir alguno de ellos el rendimiento escolar disminuye afectando en aprendizaje de los estudiantes. Pues puede influir. Sin embargo, se pone Referencias Paladino, C. Gorostiaga, D.
El cerebro emocional. Barcelona: Ariel-Planeta. Una experiencia desde el contexto de aula. Katharsis, 19, p. Oros, L. Las emociones en el aula. Santiago, Chile. Corte das folhas preservado. Ano: P FS. Brochura em om estado. Capa, contra capa e lombada preservadas, bordas desgastadas,corte de 2 cm nas extremidades entre a capa e a lombada.
Miolo perfeito. Em bom estado. Amarelado no corte. Alguns desgastes nas bordas. Livro brochura. Capa com manchas e ranhuras. Lombada com danos e manchas. Livro encadernado em Brochura. Foto Ilustrativa.
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